O primeiro risco cotidiano do uso do smartphone é a invasão de privacidade causada pela coleta de dados por aplicativos e serviços que parecem úteis mas rastreiam localização hábitos de uso e preferências para fins de publicidade e personalização sem consentimento claro o que aumenta a possibilidade de exposição de informações sensíveis mesmo sem a intenção do usuário.

O segundo risco envolve a dependência tecnológica e o impacto no bem estar emocional que pode surgir quando a tela é constantemente consultada acordando ansiedade atrapalhando sono e reduzindo a capacidade de concentração ao manter o usuário preso a notificações constantes.

Um terceiro risco envolve a segurança e malware via lojas oficiais e downloads duvidosos que podem infectar o dispositivo com vírus spyware ou ransomware e comprometer senhas contatos fotos e outros dados valiosos.

O quarto risco é o uso de redes públicas inseguras que permitem leitura de tráfego ataques de homem no meio e roubo de credenciais se o usuário não usa VPN ou autenticação adicional o que transforma um simples acesso em um possível roubo de identidade.

O quinto risco refere se ao desgaste da bateria que induz o usuário a desligar aparelhos com frequência ou a carregar de forma inadequada resultando em aquecimento excessivo quedas de desempenho e até falhas críticas ao tentar executar tarefas simples.

O sexto risco é a fragmentação de atualizações que deixa o dispositivo vulnerável por mais tempo ou impede a instalação de recursos de segurança modernos o que aumenta a exposição a falhas de software e incompatibilidades com apps populares.

O sétimo risco é a presença de cobranças ocultas ou serviços de assinatura que surgem por meio de apps upgrades ou recursos premium levando o usuário a pagar mais do que esperava sem perceber a soma total ao longo do tempo.