A tendência de remover o slot de cartões SD ganhou força entre os fabricantes durante a segunda metade da última década, quando as marcas passaram a privilegiar armazenamento interno maior e designs mais compactos.

As empresas observaram que o armazenamento interno rápido com tecnologia atual como UFS e o crescimento de serviços de nuvem ofereciam alternativas competitivas e tornavam o slot de cartão obsoleto para a maioria dos usuários.

O público começou a aceitar que muitos modelos de alto desempenho já vinham com 128 GB ou 256 GB de memória interna, reduzindo a necessidade de ampliar com cartões externos.

Com o tempo as fabricantes passaram a priorizar resistência à água, câmeras melhores e conectividade mais rápida o que dificultou ainda mais a inclusão de slots microSD nas linhas principais.

Alguns fabricantes ainda mantêm a opção de cartões em segmentos de entrada ou de orçamento, mas a tendência geral é abandonar o slot em favor de soluções internas amplas e serviços de nuvem.

A Apple sempre seguiu uma direção sem suporte a cartões SD desde o começo de sua linha de iPhones e outras marcas populares também reduziram ou eliminaram o slot ao longo dos anos criando uma realidade em que a expansão externa é menos comum.

No futuro a escolha dos consumidores pode depender mais de investimentos em armazenamento interno generoso e de plataformas de nuvem do que de cartões físicos de expansão que se tornaram menos práticos diante da evolução dos dispositivos.