Em várias cidades europeias, uma crescente onda de pais está se mobilizando contra a ideia de que smartphones são apropriados para crianças em tenra idade.

Argumentam que a infância deve ser um período livre das pressões e riscos associados ao uso contínuo de tecnologia.

A preocupação com a segurança na internet, a privacidade e o impacto no desenvolvimento social e emocional das crianças estão entre os principais motivos dessa resistência.

Comitês foram formados, procurando alternativas educacionais que promovam interações sociais face a face, em vez de comunicação digital.

Alguns desses grupos propõem atividades ao ar livre, clubes de livro e jogos que estimulam o pensamento crítico e a criatividade sem necessidade de telas.

As dificuldades econômicas, especialmente agravadas pela pandemia, também são citadas, já que a aquisição de dispositivos mobile pode representar uma carga financeira significativa para muitas famílias.

Esse movimento de pais reforça a ideia de que é vital reconsiderar a forma como a tecnologia influencia as gerações futuras, e o compromisso com a criação de um ambiente mais saudável para o desenvolvimento infantil ganha força.