A Meta está se preparando para desafiar a Huawei e a Apple na corrida pelo melhor smartwatch, alinhando sua estratégia de dispositivos vestíveis com a ambição de liderar o segmento em termos de design, desempenho e integração com o ecossistema Meta.

O movimento reforça a visão de que o relógio inteligente pode se tornar o pilar central da experiência Meta, com foco em privacidade, duração de bateria e conectividade integrada com os serviços da empresa.

Fontes do setor indicam que o plano foi reativado com investimentos significativos, mirando uma estreia em 2026 e uma linha de dispositivos que competiriam com as melhores opções do mercado.

Essa estratégia dialoga com a expansão da Meta além das redes sociais, buscando presença mais sólida em tecnologia vestível que complemente os óculos de realidade aumentada e outras plataformas de IA.

Analistas destacam que o relógio da Meta precisará de diferenciais claros, como sensores avançados, integração com o ecossistema de IA, pagamentos integrados e suporte a plataformas de saúde e bemestar para ganhar espaço.

Enquanto a Huawei já conquistou espaço com recursos dedicados a esportes e autonomia, a Apple segue influenciando as expectativas com o ecossistema iOS e serviços, o que pode levar a Meta a buscar um nicho próprio.

A corrida entre as gigantes sinaliza que a Meta não apenas reafirma sua aposta em hardware próprio, mas também enfatiza a convergência entre redes sociais, IA e dispositivos vestíveis para uma visão de uso diário.